22 de dezembro de 2014

O Postal dos Nossos Votos de Feliz Natal 2014

Eu, o JB e família desejamos-vos um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo!

Depois de muita dificuldade... ficou finalmente escolhida a foto do postalinho deste ano.
Tal como o JB hoje, bem mais "acelerada", bem "risonha", bem "divertida"!



Há 1 ano foi assim:


... e há 2 anos assim:




Ps. Obrigada ao tio «Ato» pelo trabalho gráfico, e à ti T pelas ideias e ajuda nas escolhas :))))

É Quase Natal...

O tempo é definitivamente o único elemento da vida justo! Igual para todos! ... mas tão escasso!
Nos dias de hoje ele não passa ... ele corre...
Acho que nos andámos a portar mal em algum momento e em algum momento algum duende malvado nos acelerou o ritmo dos ponteiros... ou, em alternativa, andamos tão tão distraídos e desenfocados que já não conseguimos fazer nada nem viver momento nenhum no «seu tempo» mas sim numa velocidade estonteante...
Com isto tudo... é Natal de novo!!

Hoje estou aqui a fechar encomendas, a embrulhar presentes, a enviar boas festas... e fiz uma retrospectiva a diferentes Natais da minha vida...
Os primeiros no Brasil - não me lembro!

Nos Estados Unidos toda a magia das luzes, da riqueza das decorações, dos «tantos presentes» escondidos para surpreender no dia, da troca de boas festas ainda por correio curiosamente com postais das crianças e das famílias (ou dos animais de estimação), do espírito verdadeiramente do Pai Natal da Coca Cola: brilhante, bonacheirão, feliz e ... sempre a correr! Ouve-se o Jingle Bells em todo o lado... O friozinho e o desejo de que seja uma noite branquinha a noite de Natal! (é uma tristeza quando não há neve no Natal!). O almoço de Natal, ou jantar é muito British :))) Na noite de 24 junto à lareira se houver na casa, ou em alternativa junto à árvore, fica o pratinho com bolachinhas e um copo de leite para o Pai Natal e a manhã de 25, dia de Natal, é o grande dia, ainda em pijama toda a família abre os presentes. Curiosamente é muito consumismo misturado... mas também é um momento de família, também aqui com essa intensidade se consegue ver se há ou não união e amor observando a diversão ao o fazerem.
A cidade com o Natal mais mágico, para mim, é sem dúvida NY!

Rockefeller Center , NY
Em Inglaterra - riu-me quando recordo!! Noite de Natal - dia 24 - copos com o pessoal. Tudo com grandes jantaradas - bifes nos topos das ementas, idas a bares, noitada garantida. Na rua, inglesas de pele roxa com o frio vestidas como se estivessem em Albufeira (eu tinha casacos e chapéus que poderiam aquecer 7 .....) Uma folia! O dia de Natal começa com um almoço tardio (para dar tempo de recuperar da ressaca ahahah) very very british, ementa boa - o peru no forno (ou outra ave) com o seu stuffing, gravy, roasted patatoes, sweet patotes, cranberry sauce, vegetables e tudo tudo tudo (fico com água na boca só de pensar! - temos repetido esta ementa por cá no almoço de Natal), Christmas Crackers para todos e mais uma vez muitos presentes - sempre alguns mais irónicos tal como o humor que os caracteriza.

Christmas Crackers
África do Sul muito muito parecido com o Natal Inglês mas com um calor de pleno Verão. Churrascadas nos quintais, calções e chinelos - estranho para alguém no hemisfério norte :)))))

Venezuela foi onde fui mais «enganada». Recordo um Natal em que estava «sozinha» e em que me «acolheram» uma família de amigos luso-venezuelanos, ainda hoje muito amigos (e com a minha Marlene e família em terras portuguesas).
Começo pelo «engano» - perguntam-me se conheço a musica de Natal Venezuelana, as Gaitas e os Tambores e eu nesse momento imaginei um Jingle Bells com algum ritmo, uma Avé Maria... tocado com umas gaitas... doeu-me o coração com toda a nostalgia do arrependimento de não ter «ido para casa» em prol de trabalho... quando ouço uma música acelerada, tambores, folia, merengue e salsa, criticas nas letras... no fim  rendi-me e até eu as dancei e as cantarolei...
Provei tudo o que era típico no Natal daquele cantinho da América Latina - mais relevante o famoso Pan de Jamon e as Hallacas que ADORO - são uma tradição que os mais velhos me contaram que vinha do tempo dos escravos. O nome referia-se aos ingredientes de halla (significa encontrado - os ingredientes que sobravam das refeições dos senhores, patrões, espanhóis) e de acá (significa aquique eram os ingredientes da sua própria alimentação). De halla eram as carnes, as alcaparras, as uvas passa, as azeitonas e as de acá a farinha de milho e as folhas de bananeiras que envolvem o «empada» e que lhe dá um sabor único ao serem assim cozidos.
Natal na Venezuela - calor, muito calor. Dia de Natal milhares de pessoas nas praias... estranho , muito estranho :))))))))))
Hallacas
Nos últimos anos por cá, interrompidos só por esta fase mais ausente da minha vida em que ninguém sabia muito bem onde iria a seguir, criaram-se rotinas que vão deixando memórias... que já sabe bem contar e que acredito melhor saberão daqui a uns anos.
O bacalhau na noite de Natal, os cuscureus da Rosita, tradições vividas fora que se misturam com as nossas, o pai Natal cuja Lapónia é mesmo cá em casa - e que fez possível a magia da infância do nosso Tomas, hoje ainda faz da nossa Pilar e que começa agora a fazer do JB. Há alguns anos atrás fez dos meus afilhados quando eu insistia em me vestir de Pai Natal e dar assim anonimamente as suas prendas :)))  (saudades da minha Flávia pequenina...)
... muito pijama, muita família, ... e muitos miminhos embrulhados. Hoje embora com a alegria de uma criança cá em casa, muito mais reflexão e gratidão e sempre com saudades de quem está ausente. Muito mais certeza que Natal é bom que exista, mas que é apenas um estado de espírito, muitas memórias... que devia ser todos os dias!
Boas Festas! Que a Vida seja uma Festa... Todos os Dias!

13 de novembro de 2014

E Se Hoje Te Apetecesse Rir?

 Só rir , rir muito…

A vida dá muitas voltas… e pelas curvas vamos encontrando desafios, pessoas que entram e saem, inseguranças, medos, transformamo-nos, superamo-nos…

Nada nem ninguém passa por nós sem deixar alguma coisa, sem levar algo de nós…

Será que nos perdermos nesse frenesim de experiências, desafios e conquistas? Será que endurecemos? Ou em contrapartida amolecemos e perdemos os nossos sonhos? Passa a dar igual o que depois venha?

Hoje neste mundo a uma velocidade estonteante: 1 foto nas redes sociais dá a volta ao mundo e de repente pessoas com nome e apelido para nós a vêem e a comentam simultaneamente desde os 5 continentes… hoje não temos tempo de ler os livros que gostaríamos, à velocidade que gostaríamos mas de repente lemos as notícias principais dos principais jornais do mundo em mais do que uma língua, lemos trechos, artigos, blogs de opinião de pessoas com vidas e perspetivas diferentes que nos enriquecem as nossas, vemos concertos desde casa e trocamos recomendações com mais meio mundo…. em apenas uns pares de horas…. Temos acesso a viajar, conhecer culturas novas, comer, beber e ver coisas novas,… temos amigos em mais de meio mundo que visitamos ou com quem trocamos experiências… se calhar nós próprios já vivemos em quase meio mundo…
… e ainda assim algumas vezes não assimilamos a velocidade que a nossa própria vida pode alcançar.

Tenho 40 anos! Não tendo em absoluto o peso da idade cronológica, ainda assim parei já várias vezes para refletir sobre a crise que avassalou o caráter, a serenidade, a felicidade, os valores da minha geração…
Temos uma carga imensa e contraditória: os valores dos nossos pais e avós que ainda foram muito próximos a nós, a nossa educação passou bem mais por eles do que por escolas, ATLs e atividades extracurriculares, versus este novo mundo nesta nova velocidade com a sua tecnologia inteligente (que não crescemos com ela - os nossos adolescentes e crianças, não sei bem qual será o resultado mas encaram/encararão tudo isto de forma diferente)…

Temos a contradição de hoje um mundo cheio de «forma», de imagem, de facilitismo, de amores fáceis e pingados, de bebidas, trabalhos, relações, amizades... tudo light e tudo precário, com a vontade e a esperança de encontrar «fundo», de encontrar essência, de encontrar coisas mais verdadeiras, mais autênticas…
Temos máquinas inteligentes – que nos afastam daquilo que é importante mas que definitivamente aceleram processos, homens e mulheres potencialmente livres e interessantes – que não se encontram e se auto-destroem e martirizam em busca ninguém sabe bem de que; trabalhos e carreiras que começam aos tropeços, tarde e acabam antes do tempo. Contradições de ser demais (velho demais, currículo demais, estudos demais…) ou não ser o suficiente (não ser suficientemente experiente, suficientemente maduro, suficientemente perfeito….) para uma nova oportunidade… Carreiras brilhantes e muitas delas castradoras de qualidade de vida e que levam muitos à famosa «corrida del raton» - não pode parar porque senão tudo se desmorona…
Os filhos que amamos e que tememos o mundo em que vão viver... a quem tentamos dar o nosso melhor mas que no final do dia esse melhor não é suficiente para nos calar as vozes de «será que dou tudo o que realmente importa»...

… e de repente, os céus escurecem… tudo é negro…. Tudo está mal à nossa volta…
As pessoas não prestam, as/os amigas/os traem-nos, invejam-nos, os/as homens/mulheres são «todos iguais», «tudo me acontece», os patrões são uns fdp, os empregos são todos precários, este país é uma m*, educar um filho não é fácil, o caminho «é solitário» …

… e se hoje só te apetecesse rir … rir muito???

Acredito que todas estas constatações e «curvas da vida» não tenham uma solução única e previsível… cada experiência para cada um, tem a sua própria solução no momento. Uma solução condicionada obviamente com a carga de informação que carregamos nas nossas pesadas mochilas, mas também com a abertura de entender com esta ou aquela situação ou pessoa perspetivas diferentes.
… talvez aqui resida a diferença… porque aqui é onde entram as lutas interiores de ego, questões de rejeição, de insegurança, as contradições daquilo que queremos realmente com aquilo que ou nos acomodamos a ter ou nos agarramos a não perder, auto-estimas baixas (que inclui muito mais do que uma simples baixa auto-imagem), solidão – ainda que com «mil gentes» ao redor…

Perdemos muito quando perdemos um emprego, quando lutamos por uma segurança julgada alcançada a nível profissional e/ou económico? Perdemos muito quando perdemos um amor, uma paixão, um conjunto de vontades? Perdemos muito quando nos defraudamos com as pessoas e com as nossas causas?
Perdemos!
Perdemos principalmente uma vida insípida e com ausência de experiências!
Perdemos! Perdemos uma existência sem desafios e sem superação!
Perdemos! Perdemos a oportunidade de nos conhecermos e de nos reencontrarmos com o melhor de nós!

Ganhamos uma oportunidade de nos reinventarmos, de nos redefinirmos. Ganhamos a poesia da vida – nenhum poeta foi alguma vez sol, amor e flores somente… os melhores renasceram das cinzas. Os melhores «escarafuncharam» as dores…
Ganhamos a oportunidade de forjar um caráter que nos identifica, nos dá um ADN nosso - («Para te tornares insubstituível, torna te único» - Coco Chanel).
Ganhamos uma vontade de rir … de rir muito… e de pensar que mesmo já com metade da vida provavelmente passada (aos 40) as rugas que devem persistir são apenas essas : as de rir muito! Com o compromisso de - se nada nem ninguém passa por nós sem deixar algo , e algo de nós levam sempre – que conheçam e levem parte do nosso melhor! Porque nós podemos sempre continuar, voltar a ser ainda melhor!

Rir, rir muito …

Sossegar a alma, inquietar o espírito e viver com a mesma honradez, humildade e vontade que as nossas gerações passadas viveram e que desejamos vivam as futuras; Viver sem apegos e aflições, tomando o compromisso de segurar as rédeas de nós próprios sem nunca colocar em causa a nossa liberdade ou integridade; Trabalhar com garra e amar sem limites, sermos o exemplo para os nossos filhos...

Sonhar (o futuro) com fé e vontade de fazer acontecer; Perdoar (tudo e todos) rápido; Amar (muito) sempre; Apaixonarmo-nos (por pessoas e coisas) perdidamente; Voar (alto, mesmo sem rede) sem medo; Dar 2ªs (3ªs e 4ªs...) oportunidades... ;
Dançar (com a vida) ... porque quem dança é muito mais feliz!

Uma vida vivida em cima do «salto alto» desfrutada «com os pés descalços»

Rir, rir muito … e que mais alguém (quem esteja ao nosso lado) ria connosco!










26 de setembro de 2014

Afinal O Que SOU?

Afinal o que SOU? Sou os meus olhos!

Nasci e o primeiro que me dizem que o obstetra japonês do Hospital Príncipe Humberto em São Bernardo do Campo, SP, Brasil disse sobre mim à minha mãe foi que a menina tinha uns olhos lindos grandes e pretos que pareciam 2 jabuticabas… até hoje em cada aniversário me recordam isto.

… Fazendo me a pergunta de quem sou é apenas isso de que me lembro: de que nasci assim com os olhos bem abertos com vontade «de mundo», com uma alma espelhada continuamente, mais preparada e treinada em «olhar» os outros que facilitadora a que me «olhem» em mim… muito amada e com amor pelos meus – sem dúvida o meu ponto mais fraco e o meu ponto mais forte também

Sou uma romântica em contínua analise, tornei me explosiva e agitada – durante muitos anos não era capaz de mastigar chocolate… saboreava lentamente deixando o derreter. Hoje já o mastigo e como com mais velocidade.
Amo até doer e não consigo abandonar «o barco» enquanto há ocupantes…
Sou viciada em mimo! Dar e receber e voltar a dar – nunca entendi essa coisa de que mimos se devem poupar ou dosear.

Falo demais, sou impulsiva… há dias que não me aguento!!! Há dias que sei que não me aguentam…

Já fiz muitas coisas… já fui muito reconhecida, já fui muito enganada, já coleccionei muitas vitórias, já perdi muitas batalhas… os meus olhos ganharam alguns rasgos de tristeza … mas tenho uma ambição desmedida de felicidade, ou melhor da escolha consciente de ser feliz e fazer quem me rodeia mais feliz ou pelo menos melhor do que se eu não existisse.

Tolero muito facilmente a reconciliação e as 2ªs e 3ªs e 4ªs oportunidades… até que me salta a tampa… e aí não há volta atrás.

Transmito uma falsa imagem de «forte» mas o meu caminho deu me uma «fortaleza» que algumas vezes me chego a assustar com ela… ainda que sem dúvida é a coluna vertebral da minha luta diária.

Gosto de criar, de trabalhar, de construir… sou dedicada. Vivo uma organizada desorganização e ainda luto para eliminar a necessidade emocional e as expectativas de parcerias, sociedades, companhia… não consigo deixar de me revoltar com as injustiças e de me castigar por confiar demais.

Já amei, já fui amada, magoei e fui muito magoada, já me arrependi de arriscar no amor, já me arrependi de não arriscar até que me decidi que não me arrependerei mais mas que também não tolerarei mais estar pior acompanhada do que sozinha – que sei que nunca estarei só, estando bem e resolvida comigo e com a vida! Por isso tenho os meus «buracos» onde me recupero, lambo as feridas, costuro-me quando me «rasgo»… e os meus trampolins que uso para voltar a tentar, para voltar a arriscar, para me lançar nos meus trapézios nos quais, mesmo sem rede, teimo em querer voar.

Conscientemente e transversal a todas as áreas tenho de deixar de carregar o fardo da culpa e da responsabilidade ao seu extremo – culpa e responsabilidade das decisões dos outros eu sou a primeira a aconselhar ser o maior erro para qualquer um.

Tornei-me Mãe e com isso aprendo todos os dias a canalizar de forma diferente os meus esforços, a minha emoção, as minhas expectativas, as minhas prioridades e todos os dias há um exercício de entrega e de amor vivo e de dois sentidos. 
Ao ser mãe o meu corpo transformou-se (ainda tenho a esperança de algum dia priorizar um bom e adequado implante ahahaha) mas as inseguranças são bem mais pequenas. Tornei-me mais real, com mais energia, mais mulher… 
Ser mãe é uma força e uma vontade férrea de ser mais e melhor todos os dias e um medo constante de não o conseguir – sei que sentimentos reconhecidos por (quase) todos os que são mães e pais.

Mas nisto tudo tenho os meus momentos em que me sinto algumas vezes como o velho sentado no banco de um jardim que olha em sua volta e sorri… umas vezes recorda… outras apenas observa… saboreia o chocolate ou rói os caroços das jabuticabas (in «o tempo e as jabuticabas»)…
… não tenho, não sei, como explicar o muito por onde já passei… quando me sinto acusada de não ser assim tão fácil falar daquilo que passou, silenciosamente penso que basta perguntarem… e esperarem pela resposta… tal como a um velho sentado num banco de jardim. Mas o que importa os meus olhos contam – eles ainda assim continuam bem abertos, com vontade «de mundo», com uma alma espelhada continuamente e hoje apenas anseio (…) caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse Amor absolutamente sem fraudes (…) O essencial faz a vida valer a pena. (in «o tempo e as jabuticabas»)
… e eu só quero o essencial!





ps Esta pergunta e esta resposta não sei se caberiam num blog de maternidade pura... tendo em conta que considero que este não é um blog de maternidade mas é um blog puro, onde existe uma mãe, uma mulher, um filho, uma vida, tropeços, alegrias... faço-a e respondo-a aqui... mais a mim do que ao mundo uma confissão das inquietudes que uma mulher & mãe e todos os seus demais papeis.

20 de agosto de 2014

Tira-se Pela Pinta?

Que vos parece?
Tira-se pela pinta?

1976 
Nesta montagem não é a foto dele mais parecida com o ângulo da minha, mas aqui fica




17 de agosto de 2014

Vruum Vruum

Hoje fomos dar uma «forcinha» a mais um projecto que gostamos e «apoiamos» da titi Jão - o Café Vruum vem aí!
A cabine fez as delicias do JB e demos muitas opiniões e muito apoio moral e de logística ao tio R e à titi Jão :)))))))

Café Vruum 





16 de agosto de 2014

Lazy Weekend - The World In My Hand

Não há nada que se compare a uma sesta de fim de semana com um filho :)))))

The world in my hand :-) O Mundo nas minhas mãos :-)


10 de agosto de 2014

Lua Cheia de Agosto

Hoje é a lua mais brilhante do ano.
Viemos até à T(i) com 2 livros escolhidos pelo JB e hoje curiosamente dei-me conta que coincidentemente eram ambos os livros «da lua» :))))))))))))

A última aquisição oferecida pela T(i) para a biblioteca do JB foi esta aventura onde ele é protagonista :))) O livro personaliza-se com a foto dos pequenos: ADORA!!



... e a segunda escolha foi o seu livro de mesinha de cabeceira desde que nasceu, ou melhor que ouvia ainda na barriga da mãe :


 Foi um dia cheio de aventuras...

entardecer em Lisboa

Rossio - Lisboa

Lisboa

8 de agosto de 2014

SUP Debut

Estamos fãs!
Um desporto giro, relaxante, que se pode fazer em família ou com amigos, ... super!
Fomos à primeira aula com a T(i) e o tio R :)))))))))

Baía de Cascais

6 de agosto de 2014

«Mim Inteira» Lost in Love

Passei pela fase da dúvida: será que conseguirei conciliar tudo isto em perfeita harmonia? Mãe , mulher, profissional...
Cheguei àquele ponto que deixei de pensar e decidi também deixar as «mariquices» : Não é opcional! Tenho de conseguir! Afinal sou e quero continuar a ser tudo isto! Para além de ter de contar com os desafios que a vida caprichosamente gosta de me apresentar testando me constantemente os meus limites, os meus esforços, a minha paciência e até os meus Sonhos, aspirações ou simples necessidades...

Há dias no entanto mais de tudo... dias que conciliam uma chamada de emergência em cada papel que desempenhamos, uma gratidão, um desafio, um problema, um desejo.... há dias que a serenidade é ofuscada pela inquietude e a ansiedade, que a paciência tem limites pequenos, que os resultados são imperativos, que isto tudo junta-se a condições menos perfeitas no (tudo) que fazemos ou queremos, junta-se um filho maravilhoso agarrado às pernas a tentar de tudo para que tudo páre e ele esteja no centro sem competição e que isto sendo maravilhoso pode ser incompatível em alguns momentos... 
há dias que cansa esta corrida dentro de «mim inteira» de compartimento em compartimento...  mas que demonstram que sim! que afinal tudo pode ser conciliável... em perfeita harmonia ... ainda que com muito sangue nas veias!!
Nem sempre como nas novelas ou nos contos da carochinha que tudo é perfeito... mas tudo pode terminar perfeito porque há Amor! Porque me perco, me impaciento mas com Amor me reencontro de novo e este aparente caos tem sempre uma ordem perfeita.

Há dias em que se fosse Natal eu só pediria: «1 dia»!

ps O meu coração já cresceu mais um bocadinho e já não há tantas pintinhas. A virose está a acabar a estadia no JB e a conjuntivite aborreceu-se desta morada :)))))))))))))))))))) Ainda não come bem mas o pediatra diz que não é má ideia aproveitar estes períodos para ir controlando o peso. O nosso «Gordo» tem um percentil de 95/100 em tudo :)))) 

... e agora ele venceu (vence sempre) e vamos «desligar». Temos um «date» eu e ele no centro da minha atenção! Até que adormeça... porque isso sim «mamãs inteiras», os nossos dias passam a ser bem mais longos mas nunca mais saberemos viver de outra maneira (nem quereremos!).



4 de agosto de 2014

O Meu Coração Está Às Pintinhas (e Muito Pequenino...)

Recentemente adquiri para a biblioteca do JB mais um livro giro giro por recomendação de uma amiga que tal como eu acredita que o uso de metáforas pode ser uma excelente forma de ensinar e educar.

Estando aqui «a mil» a arrumar a secretária lembrei me de registar aqui mais esta recomendação ... a arrumar «a mil» porque hoje tenho «o meu coração às pintinhas e mesmo mesmo muito muito pequenino» :((((((((((
Mais uma dessas viroses parvas e conjuntivite não num mas nos dois olhitos lindos do JB. Só espero que o pediatra não esteja ainda «para banhos» ... porque aí vamos nós :((((((((((


Os cardiologistas e outros cientistas fizeram por estes dias uma descoberta que veio espantar o mundo. Ao observarem, ao detalhe, um coração de mãe descobriram que este órgão não é apenas um músculo que bate sem parar... mas sim um lugar mágico onde acontecem as mais extraordinárias das coisas.
Mas como?
Os cientistas descobriram que o coração de mãe está ligado a cada coração de filho por um fio fininho, quase invisível. E é por causa desse fio que tudo o que acontece aos filhos, faz acontecer alguma coisa no coração de mãe. Querem ver?

“Quando os filhos dão gargalhadas, 
o coração de mãe até canta. 
Quando um filho está triste, 
o coração de mãe parte-se em mil bocadinhos.

Quando um filho fica doente,
o coração de mãe fica às pintinhas (e muito mais pequenino…). 
Mas o coração de mãe volta a crescer 
quando um filho se sente finalmente melhor!”

– Recomendado por Gulbenkian/Casa da Leitura
– Aconselhado por Plano Nacional de Leitura
– Finalista 2nd CJ Picture Book Festival, Coreia
– “Melhor Capa Infanto-juvenil” – Prémio LER/Booktailors

Amor de Perdição - Botas Raaf en Vos

Esta marca belga de sapatos para criança Raaf en Vos ( no facebook) tira-me do sério!!!! É tudo lindoooooo!!!
Querooooo.....

As botinhas de Inverno só é difícil escolher... As primeiras são as «mais mais»... mas perder-me-ia com todas e com as sapatilhas e sapatos e tudo tudo....
(a colecção de menina também é super cool)

as «mais mais»














9 de julho de 2014

Celebrámos!

Hoje o coração ainda transborda de gratidão com tantas mensagens e gestos de carinho que recebemos os dois ontem.
A festinha da escola foi uma animação. O bolo um sucesso - valeu a pena o esforço que ilustramos neste post aqui. A nossa Jão é mesmo pró!



Domingo vamos em família fazer um picnic tal como antigamente. Farnel em braços, rádio portátil, e (obrigatório) boa disposição!
Mas também pró! tem convite, terá bolo a combinar... enfim , estamos uns artistas :))))

8 de julho de 2014

2 Anos e 37 Semanas

… de um privilégio, o de ser mãe de um ser pequenino (ainda) que cada dia que passa estranhamente se torna tão mais importante
Não conseguindo evitar... passa-me um filme pela mente, o filme das aventuras e desventuras, ilusões e desilusões que vivi, dos riscos que corri, as pessoas que conheci, os países por onde passei, o que construí, o que perdi, o que visitei, os amores com que fui feliz, os desamores que chorei (e ultrapassei) …
Fui mulher, profissional, amiga, filha, neta, irmã, … e fui mãe há 2 anos e 37 semanas!
… e desde aí tudo, nas relativas proporções, seguiu o seu percurso e a sua evolução mas com a companhia deste novo ser, deste novo individuo, tão desejado e tão inesperado.
As prioridades alteraram-se e tudo passou a ter um grau de importância tão diferente…
Não deixei de ser, sentir ou mesmo viver nada. Só vivi tudo isso de forma diferente, por uma ordem mais seletiva, talvez simplesmente melhor.

2 anos
Não é descritível o tamanho do Amor que mesmo assim consegue crescer todos os dias um bocadinho mais.
Mesmo com as vicissitudes da vida hoje existe sempre um final mais feliz cada dia ou a esperança do mesmo.

Uma mente inquieta e sequiosa é uma mente inquieta e sequiosa sempre e isso não muda! Mas mudaram as prioridades, mudaram as expectativas, mudaram as perspetivas.

Hoje não celebro só os 2 anos deste ser tão especial. Hoje celebro também a mudança e a força que a sua existência teve na minha vida e na de quem o rodeia e ama todos os dias.
Não somos a família socialmente mais perfeita, não vivemos a nossa vida da forma mais comum, mas o JB é acima de tudo:
UMA CRIANÇA FELIZ!
Um filho que carinhosa e brincalhonamente chamamos de «comunitário» já que ama e é amado profundamente pela T(i), o «Ato» (Rato), as titis e titios e primos e primas emprestados, os amigos do «afé» (café), a família das Américas, o Bé, as vizinhas, os amigos virtuais,… e tantos tantos tantos
Aquilo que de mais valioso conquistei – família e amigos – é hoje uma fonte de amor para o meu filho e SOU MUITO GRATA POR ISSO.

A vida muda com um filho? Claro que sim! Mas não a trocaria por nenhuma outra sem ele. Nada supera quando nos olhamos nos olhos e o ouço dizer «ost´ti» (gosto de ti) seguido de um abraço, quando meio adormecido procura com a mãozita o meu pescoço e me faz festinhas segurando o com delicadeza… ou quando vejo aqueles olhos muito abertos a gritar MAMÃ quando chego onde está.

Eu sigo uma mente inquieta, um ser em movimento na busca do que ainda anseio, mas agora com esta certeza – a de que nunca mais o meu coração terá sossego – da alegria à preocupação, dos sonhos passando pelos medos… um desassossego que me enche de alegria e felicidade, força e vontade todos os dias de ser sempre mais e sempre melhor em todos os meus papeis,
Afinal ainda «agora» começou esta jornada, este privilégio. Não simplesmente de ser mãe mas principalmente de ser
A Mãe do JB!

ps1. Obrigada nestes dois anos a quem está todos os dias connosco a cozinhar, a lavar, a passar, a comprar leitinho, a levar para a escola, a segurar as pontas quando a mamã sai com os amigos ou vai trabalhar… essas coisas que se fazem no dia a dia, que são tão banais! e tão importantes! e tão esquecidas!
Obrigada mamã! Vovó para o JB

ps2. Ao pai do JB, obrigada por um dia ter cruzado a minha vida, pelas memórias do tempo em que o amei e o legado no filho maravilhoso com que fiquei. Que sejas feliz! Nós somos!



Making-Of Do Bolo Para A Escolinha

Hoje é a festinha na creche para cantar os parabéns com os amiguinhos.
O temo escolhido foi o mar, o verão - até porque hoje de manhã eles tinham  uma ida às piscinas de nascente aqui da freguesia (um luxo!).
As prendinhas andaram à volta do tema e o bolo também :-)
6h de trabalho. Dormi 1h esta noite.... Mas amei o resultado...
Obrigada mais uma vez à amiga e artista Mary John por mais uma obra de arte.
Como tu mesmo dirias «Ficou uindo, pois foi?»




** o bolo é o «formigueiro» - uma receita deliciosa que leva coco e chocolate e que quando se abre parece areia com seixos (ou terra, ou mesmo um formigueiro - um efeito giro numa receita simples e deliciosa);
*** os cupcakes são uma receita simples para os mais pequenos - só ovos, farinha, açucar e leite e feitos numa máquina maravilha - eléctrica, em 10 minutos estão prontos 7 - rápido e limpinho o trabalho; 
****a decoração e pintura eu só dei uma mão de assistente. É realmente , uma vez mais, uma obra de arte da Mary John! Obrigada mais uma vez!


7 de julho de 2014

Em Modo: Lamechas & Pasteleira

Pasteleira que amanhã é a 1ª festinha de aniversário na escola do JB .
O tempo voa! Já lá vão 2 anos!!
Lamechas... porque sim! Porque mãe tem esse direito :)))))))))))
Há 2 anos exactamente estávamos assim:




30 de junho de 2014

A Fragilidade da Vida

Este confronto com a fragilidade da vida inquieta-me...

Este fim de semana foi repleto de tragédias... duas crianças e uma em estado grave num acidente de moto-quatro, uma criança carbonizada num incêndio na casa onde vivia, um jovem filho de uma figura mediática num acidente estúpido em casa de amigos ... estes foram os que não escapei a ouvir. Sim porque me recuso a ser tão informada como (se calhar) deveria. Não estou num período em que aguente gerir a minha vida e a felicidade minha e do meu filho ouvindo tantos negativos que hoje as noticias nos oferecem. Temos jornais que se torcermos acho que até sangue pingam...
Mas não fugindo ao assunto... como é frágil esta vida que tão orgulhosamente e muitas vezes irresponsavelmente vivemos... Deixamos tanto por dizer e por fazer ... e ela é um ápice!

Passamos a vida a fazer-nos perguntas... a ansiar respostas... com mil porquês...
... e nestes momentos de tanta dor (presumo ... e assusto-me só de pensar...), estes porquês vem tão carregados de dor!!!! ... e sequiosos de coragem e fé!
Porque ele/ela? Porque agora?
Acho que quando são crianças e jovens é pior... a ordem natural da vida não é essa! Um pai uma mãe deve criar e morrer primeiro... Eles, os jovens e as crianças supostamente ainda tem muito para fazer, viver, aprender.... e para um jovem morrer é desconcertante porque quando jovens julgamos-nos eternos...

A dor destas mães não a imagino e gostaria que a vida me poupasse ... acho que enlouqueceria!
Penso na minha avó, com 91 (quase 92) anos e 3 filhos enterrados.....

Quando perdemos um pai ou mãe somos órfãos, quando perdemos marido ou esposa somos viúvos... mas não há nome capaz de definir o estado em que um pai e uma mãe ficam ao perderem um filho.

Os meus sinceros sentimentos a estas famílias e que encontrem a fé e a coragem para aceitar e encontrar paz.




Um video que ... vejo sempre que duvido se devo ou não dizer, fazer, abraçar, arriscar...








6 de maio de 2014

Só Para Quem Merece

... a recompensa da guerreira! A Mita foi desfrutar de uma massagem para compensar toda a companhia preciosa que dá ao neto. A mamã foi acompanhar a Mita para ela não se sentir sózinha (hihihihihi...)
Que boas 3 horas! Recomendo!
Segundo a Mita a massagem muito boa;
A piscina é uma delicia - quentinha e com vista privilegiada para o mar;
O circuito de SPA, pequenino mas perfeito!



Hora de ir buscar o «mais que tudo ». Ansiosa por saber se não teve mais dor de barriga..... se calhar foi mesmo uma má gestão do sono que tinha e o stress causado pela minha ausência (conjugado com estar cansadito)... enfim! Ambos a aprender todos os dias como lidarmos um com o outro e com a individualidade de cada um.... acho que não é problema, afinal de contas graduámos no mesmo dia!! - eu como mãe, o JB como filho. Já tenho saudades dele! Vou busca-lo! Fui!


Dia da Mãe 2014 - Prendinha da Creche


Foi bom! Foi tranquilo! Foi partilhado! Foi quentinho!
(faltou-nos cá a T(i) para as mulheres da casa, como é costume, estarem juntas neste dia... mas faz parte destas migrações :)))))

A T8i) publicou esta montagem que me roubaram umas lagrimetas...
Representa tanto... 4 gerações. 1 bisa, 2 avós, 3 mães, 5 filhas/os, 4 mulheres, 1 bebé... 

Com 3 letrinhas apenas se escreve a palavra mãe;
Uma palavra pequenina mas é a maior que o Mundo tem.


Hoje recebei a prendinha da escolinha. Como na sexta fizemos gazeta só hoje me foi entregue. O que me ri.... não estava nada a contar lololol A educadora e as auxiliares estão de parabéns pela criatividade lolol
um livro de receitas cuja capa é o pequeno :))))))))))) amei!! e como ele é bom garfo , é mesmo a cara dele :)))))))))))) O livro vinha numa capa desenhada e colorida pelo artista :))))))))
Ser mãe (também) é ser assim de lamechas!!!!!!!!!! :))))))))


Hoje também apanhei mais um susto... a primeira dor de barriga. Mas é muito bom um pediatra que posso consultar à hora que for.
Veio da escola cansado e com sono, fez umas marotices e ralhei-lhe, entretanto era hora do meu fitness, ... ou muito me engano ou me parece que terá sido uma reacção para pedir mais mamã porque tinha soninho :-) pelo menos o que li sobre as dores de barriga levam-me a acreditar nisso.
Enfim, dorme profundamente agora e parece-me que já fica até amanhã.

Boa noite !

3 de maio de 2014

O Dia Da Mãe Está A Chegar - as nossas sugestões

... e com ele vem mais uma desculpa para mimarmos as mães e avós e nos vangloriarmos deste papel - ser mãe - de compensações essencialmente (ou melhor, unicamente) emocionais, as mais fortes de todas.

Não resisto a descrever os miminhos simples que por aqui gostamos para marcar o dia.

Como falei em 2 posts - 5 razões para andar de bicicleta  e triciclo procura-se - e sendo o exercício fundamental para uma vida mais saudável e sendo também importante a partir de agora dar hábitos de exercício e vida saudável ao JB - andamos há muito à procura de um bom negócio... um triciclo bbb - bom bonito e barato - e parece que já nos decidimos. Um mimo para a mamã e a avó - um triciclo ´roda 24´ dos anos 80 todo recuperado (acho que ainda nos aventuraremos a uma pinturinha mais bonitinha... e faremos a adaptação para a cadeira do JB). Encontrámos a «rodinhas» num dos sites de artigos em 2ª mão.



Ainda na linha da saúde e bem-estar, para uma mulher uma ida a um SPA é um recarregar de baterias incomparável...
Aqui na zona centro temos vários já muito bons. Os meus preferidos de Coimbra são o Bamboo Garden da Quinta das Lágrimas e o Satsanga do Vila Galé. Na Curia, zona de termas, o Grande Hotel, o Hotel das Termas, o Palace Curia todos tem condições e serviços óptimos.
Novo temos o Hotel Maçarico na praia de Mira que parece também ter um SPA fantástico - como abriu à pouco tempo tem preços convidativos quer para o circuito quer para a massagem de relaxamento.


Um mimo para ficar? Também gostamos de alguns. Vaidosices? Mais gostamos ainda! Aqui ficam algumas das que nos encheram as medidas este ano para o dia da mãe:

- Saguim & Rato e os cubos: «São a sua cara» - personalizados com as vossas fotos e palavras - AMO!



- Stylish Cooking - para que nas aventuras gastronómicas se vistam cheias de pinta



- Âmbar do Báltico - uma jóia especial - boas energias, saúde, beleza, sabedoria são algumas das palavras associadas ao âmbar - vejam mais na página de Colar de Âmbar para Bebés



... Um turbante - uma das minhas últimas «paixões» - um acessório trendy e vintage (parece uma contradição... mas não é!) para esta Primavera/Verão.
Sempre usei e adoro os lenços na cabeça, mas os turbantes como o da Carrie do Sex & The City no filme são hiper mega giros. Dão nos um ar de ATITUDE!
Encomendei um para mim nesta marca que os tem giros giros giros (e acessíveis)- Head-ji .



Também os vi, tecidos mais clássicos, na Chapelaria do Rossio em Lisboa, e no site A Fábrica dos Chapéus que tem vários lindos - de certeza que todos de muita qualidade mas no geral um bocadinho mais caros.

... e porque se não decido qual é a última sugestão , não saio mais daqui!, como última sugestão este ano, ou pelo menos deste post, umas Paez! Pode ser uma prenda para a família inteira.
Matchy-matchy mamã & papá & pequenos - são trendy, são cool, são confortáveis, tem qualidade e são FAIR TRADE.



Curioso, encontrei que afinal há turbantes Head-ji a condizer com as Paez.



... e poderia dar dicas de perfumes, de viagens, de sapatos, de roupa, de carteiras, de jóias, ... de tantas coisas... e por exemplo um vale para 1 dia livre, só para a mãe - alguma mulher/mãe gostaria?? De certeza que sim!! Melhor, mereceria! :)))))
Aqui deixei algumas das minhas últimas paixões ou descobertas mas todas estas boas ideias não substituirão o abraço apertadinho, muitos beijinhos, bem cedinho, dos mais pequeninos no próximo domingo :)))))))

Para as mamãs:
Recomendo que leiam Slow Down Mummy   e You Are a Super Mummy e ainda este Uma Boa Mãe Ama os Seus Filhos


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